quinta-feira, 31 de março de 2011

Achtung!

Todos os regimes totalitários, têm como principais características o completo controlo sobre um determinado grupo de indivíduos, tendo a total influencia decisória em todos os aspectos dessa sociedade, sejam estes políticos, religiosos, económicos ou sociais. Os regimes totalitários podem ter no topo da sua hierarquia e comando um grupo de destaque (um partido único) ou uma figura emblemática com poder soberano, também conhecido como autocrata.


Um autocrata é um líder absoluto, que tem controlo sobre todos os seus seguidores e colaboradores. Numa autocracia, os seguidores e colaboradores não tem permissão para expressar a sua opinião ou até mesmo dar sugestões, mesmo que estas tragam beníficios para o grupo. O líder autocrata, tem como base para as suas decisões, as suas próprias ideias e julgamentos, e estas nunca podem ser questionadas.


Embora por esse mundo fora, seja na direcção de países, empresas, escolas, grupos de trabalho ou até de amigos, se continue a optar por este tipo de liderança, no blog Projecto2970, esse foi um caminho que não foi nem nunca será uma opção, pelo que quero que os meus caros e estimados colegas, colaboradores, co-autores de blog e amigos (escolham aquele que acharem que melhor se adequa a vocês) não se sintam de alguma forma pressionados ou forçados a debater sobre um tema que possam ter menor interesse.


Sempre que acharem que este ou aquele assunto terá sido mal escolhido, ou seja inadequado para as ideias inicialmente pensadas para este projecto, tudo o que há a fazer é criticar e sugerir novas opções. E eu agradeço imenso a vossa ajuda. Como administrador deste nosso espaço de discussão, mas em primeiro lugar como pessoa, tenho ideias diferentes das vossas, e nunca será fácil agradar a toda a gente, principalmente sem ser demasiado óbvio ou previsível. Serei o líder deste espaço (enquanto assim o quiserem), mas nunca autoritário, porque o livre arbítrio é um direito que nos concerne a todos.

terça-feira, 29 de março de 2011

Só me Ocorre...

Estamos mesmo a bater no fundo e não se fala noutra coisa se não na crise política nacional... Agora, esta semana vamos esmiuçar o totalitarismo. Eu cá sou sincera, só me ocorre Salazar!! Na volta é mesmo disso que estamos a precisar para vir um pouco à tona de água respirar, ou não... A verdade é que nunca somos nós a decidir alguma coisa, eles decidem tudo por nós acho que não faz assim tanta diferença. Por agora deixo-vos um grande beijo, porque eu quero, posso e mando :p

sábado, 26 de março de 2011

Ao tentar perceber um pouco mais sobre o que será uma crise deparei-me com diversos conceitos, em nada antagónicos, mas que me fizeram questionar de forma diferente a negatividade do termo. A palavra tem duas origens etimológicas diferentes. Do latim "crisis" refere-se a um momento médico em que a doença ou evoluirá para a cura ou para a morte. Do grego "krisis" significa o reconhecimento de um decisão dificil de tomar.

Ambas as origens reconhecem a palavra crise como estando associada a momentos de mudança, em que o sistema existente anteriormente não pode continuar a existir. A crise é, assim, uma necessidade de mudança!! Esquecemo-nos deste significado há muito tempo atrás.

O momento difícil por que atravessamos hoje, no nosso país e em grande parte das Europa e América, deveria ser um momento de mudança. Deveriamos aprender a tomar decisões, aprender a renovar o sistema, aprender a usar as nossas faculdades, capacidades e direitos, para que esta "doença" evolua para a cura e não para a morte.

Não vejo isto a acontecer!! Infelizmente, na minha opinião, caminhamos num sentido descendente. Temos armas, temos liberdade, mas não temos capacidades, porque nos deixámos levar pela preguiça de quem ouve palavras vazias, vindo de lobos mascarados de cordeiros, e perdidos no nosso umbigo deixamos o barco afundar!! "Aquele tipo fala bem, até faz uma cara convincente, se calhar vou ficar em casa no dia de eleições que deve haver mais gente a querer votar nele e devem ser suficientes!" Os políticos são todos iguais, mas os portugueses vão tendo os políticos que merecem...

Deixo-vos com uma pequena ideia que ouvi há pouco tempo. Porque é que será que nós, descendentes de um povo que em tempos foi tão grande, tão destemido e aventureiro, que deu novos mundos ao mundo, se deixou chegar a este ponto?? A resposta é simples: nós não descendemos dos que partiram, mas sim dos que ficaram!!

sexta-feira, 25 de março de 2011

«Isto é que vai uma crise!»

(Ivone Silva e Camilo de Oliveira - 'Ai Agostinho, Ai Agostinha')

Aumento da gasolina; aumento dos produtos bens essenciais; aumento de todas as categorias de produto; aumento da electricidade, da água, do gás; aumento dos transportes; subida do IVA; subida das taxas de juro; novas taxas; novos impostos; fim dos créditos bonificados; fim de quase a totalidade dos subsídios; fim do subsídio de Natal; fim do subsídio de férias; fim do governo…não será caso para dizer «anda tudo a fazer pouco da gente!».


quinta-feira, 24 de março de 2011

Crise de deveres.

Face á gravíssima crise politico-financeira que ao longo dos meses se tem vindo a agravar no nosso país, tendo culminado com o chumbo da oposição parlamentar ao PEC4 e consequente pedido de demissão do Primeiro Ministro de Portugal, a qual conduzirá a um cenário de eleições antecipadas (lá para o principio do Verão, que conveniente), dei por mim á procura das minhas próprias soluções de combate aos tempos que se avizinham e de como irei suportar o efeito recessivo, sem perder qualidade e estilo de vida.

Como é sabido, o ordenado não estica, e sendo eu um trabalhador precário, as condições não são as melhores. Sem direito a qualquer tipo de subsidio (férias e 13º mês), e em caso de despedimento (neste caso, considere-se “dispensa”), nenhum ressarcimento por estar desempregado, a situação agrava-se. Num país onde a oferta de trabalho (porque são poucos os que se podem gabar de ter um emprego) é feita á condição do empregador, a solução passa por nos deixar-mos submeter á vontade da hierarquia e aceitar o que surge com o receio de não conseguirmos “agarrar” mais nada, criarmos o nosso próprio posto de sustento num mercado não sobrelotado mas sim viciado, ou cometer a “cobardia” de tentar a sorte no estrangeiro e contribuir ainda mais para esta fase(?) negativa na qual estamos encarcerados.

Sendo sabido que a percentagem de abstencionistas nas ultimas eleições legislativas (2009) atingiu o valor recorde de cerca de 40%, acredito que valerá a pena o sacrifício de perder umas umas horas de sol de um Domingo, para exercer aquela que é a nossa maior vitória enquanto cidadãos livres e acima de tudo o nosso maior dever democrático enquanto cidadãos deste País. Seja qual for a nossa “cor” politica, quero acreditar que todos nós ainda nos sentimos portugueses o suficiente para todos juntos, e sem dar olhos e ouvidos a demagogos, conseguirmos dar a volta por cima.

Pois têm sido estas mesmas demagogias que maior prejuízo nos têm trazido, levando os mais fracos a acreditar em falsas profecias, que apenas trazem beneficio para quem as profere. Vamos entrar de novo em época de campanha eleitoral (ainda não refeitos da ultima), onde serão novamente gastos mundos e fundos para cíclica e repetidamente sermos embalados no canto da sereia. Que tudo seja efectuado com bom senso e que não se caía em actos inconsequentes, como algumas manifestações de há bem pouco tempo. Porque ser irreverente não chega.

P.S.: Há pouco, tive acesso a uma sondagem da TSF com os seguintes resultados: PSD 47%; PS 25%; BE 9 %; PCP 7%; PP 6%. Quero acreditar que neste momento os portugueses estejam suficientemente bem esclarecidos em relação ás suas opções, pois delas depende o meu destino e o vosso.

quarta-feira, 23 de março de 2011

O estado do Imperio

"O orçamento nacional deve ser equilibrado.
As dividas publicas devem ser reduzidas,
a arrogância das autoridades deve ser moderada
e controlada.Os pagamentos a governos devem ser
reduzidos , se a Nação não quiser ir á falência, as
pessoas devem novamente trabalhar em vez de
viver por conta publica"

Marcus Tullius Ciceros , Roma 55 a.C.




"
A Lusitânia gasta mais do que produz , mesmo assim
continuam a atacar todos os dias os poucos que ainda
produzem ,fá-lo através do aumento do preço dos seus
alimentos , bem como dos seus impostos indirectos e
directos , os que produzem são mal pagos , no entanto
os despesistas são muito bem pagos , só é fiscalizado pelo
estado aqueles que produzem , alguns são muito mal
tratados quer pelos tribunais , quer por Câmaras Municipais
e seus "fiscais",como também por umas policias autoritárias
chamadas ASAE e Maritima. É imperativo defender o resto do tecido
empresarial , e deixar de atacar os poucos que ainda produzem,
devem acabar com o elevado numero de empregados do estado,
prender os corruptos e todos os que roubaram o erário Público,
acabar com a dependência de tantas instituições dos dinheiros públicos.
Se a Deusa Europa fecha a Torneira este povo vai morrer de fome."

TI Pepe, Lusitânia 2011 d.C.

terça-feira, 22 de março de 2011

Falta Pouco

Oh pá!!!

Nada a comentar até logo ao final da tarde... Cai ou não cai?!

Apertem os cintos, vai mais uma volta, mais uma viagem!!

Até logo.

Beijinho sem qualquer tipo de crise =)