domingo, 19 de dezembro de 2010
RIDICULO …
Depois do que já se falou sobre este tema, é uma grande responsabilidade fechar a semana, poderei até cair no RIDICULO !!! Mas vou tentar fazer o meu melhor …
O RIDICULO é um tema que só por si é RIDICULO... O que é afinal o RIDICULO ??? É não sermos nós próprios? É sermos nós próprios e aos olhos dos outros sermos RIDICULOS?
Acredito que ambas as perguntas são difíceis de responder... e cairia no RIDICULO se as tentasse defender ...
Vivemos pois, numa sociedade e numa era RIDICULA ... Bem sei, que o que para mim é RIDICULO, por certo não o será para outros …mas vejam a minha teoria ... Vivemos numa sociedade em que é RIDICULO passear de mão dada na rua … em que as relações têm o prazo de validade de um Iogurte da Danone ( usei a Danone porque gosto dos anúncios RIDICULOS de umbigos, barrigas e afins que promovem esta marca ) ... em que é usado o telemóvel para iniciar relações, para discutir e para acabar relações ... em que não se espelham os sentimentos com medo do RIDICULO ... em que uma parte da sociedade saí à noite e bebe os seus copos, mas o importante é criticar sempre os outro que estão a fazer o mesmo... em que as pessoas que nos falam e apertam a mão, na primeira oportunidade falam mal de nós... em que se inveja e goza o próximo... em que se consome o dobro do que se ganha... em que se seguem tendências de moda mesmo que não se goste, para não nos chamarem RIDICULOS ... em que se vive para criar uma imagem que aos olhos dos outros não seja RIDICULA ... Enfim !!!!
É nesta sociedade RIDICULA que vivo... e assim sendo, cultivo a minha RIDICULARIDADE interna ... para assim dar oportunidade aos RIDICULOS, de terem com que se ocupar … não prometo desfilar este ano com as nossas escolas de samba, até porque apesar dos meus inúmeros esforços a devorar crepes de chocolate não vou conseguir chegar ao Carnaval com 100 Kg, que são os requisitos para vestir aqueles biquínis de lantejoulas e os collants de rede … mas por certo irei estar de palhaça na Segunda Feira … vou continuar a vestir o que quero e não o que parece bem … vou continuar a espelhar os meus sentimentos e a falar o que me vai na alma sempre em frente e nunca pelas costas … vou continuar a beber o meu “ copito “ e a contemplar o quão RIDICULOS são aqueles que me criticam …
Para terminar … O RIDICULO não é ser RIDICULO … O RIDICULO é não admitir …
Deixo aquele chuack … ansiosa para de hoje a oito falar desse tão RIDICULO que é o …
Até lá …
Miss S …
sábado, 18 de dezembro de 2010
Os dois lados do ridículo!!
É a estreita linha entre o sublime e o ridículo que depende da interpretação de cada um. Quantas vezes, depois de uma noite bem bebida, acordamos e pensamos que preferíamos não ter feito ou dito determinada coisa. E depois um amigo diz-nos: "Ontem estavas divertida!!". O que para mim foi tristemente ridículo, para outros terá sido apenas digno de riso, e o riso é uma coisa boa!!!
Contudo, utilizamos o termo ridículo de forma depreciativa, significando idiota ou descabido. Neste sentido o ridículo nada tem que ver com o verbo rir, e para mim cabem nesta categoria a falsidade das pessoas, as "amizades" interesseiras, o julgamento precoce, o recebermos algo dos outros e retirar importância ao seu esforço...
Espero viver a vida com uma pitada de atitudes dignas de riso, porque essas valem a pena. Do outro lado do ridículo quero distância!!!
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
O ridículo em ser ridículo
“Nada descreve melhor o carácter dos homens do que aquilo que eles acham ridículo”
Johann Wolfgang von Goethe
O ser humano é ridículo por natureza, ou melhor, ser ridículo está na natureza do ser humano. Nascemos sob a forma de seres ridículos. É o nosso crescimento, a nossa educação, a nossa aprendizagem, a nossa vivência que nos afasta dessa nossa natureza, de seres ridículos.
Não devemos julgar ninguém! Não devemos julgar ninguém muito menos por ser ridículo. Todos nós o somos, todos nós o fomos, pelo menos uma vez.
Quantas vezes tivemos pensamentos, atitudes ridículas!? Quantas vezes ao fechar os olhos, na nossa cama, abanámos a cabeça ou mesmo falámos sozinhos e pensámos: “Xxiiiii!!!!”. Quantas vezes engolimos em seco e enfrentámos o outro dia, e as pessoas da véspera, com uma espécie de desejo que a atitude de ontem tivesse sido o nosso pior pesadelo.
A questão não está em sermos ridículos, o problema está na opinião que os outros poderão ter a nosso respeito. O julgamento que os outros poderão fazer de nós. O mesmo ridículo não é igual para uns e para os outros. Mas o mau julgamento é!
Da próxima vez que me vires ter uma atitude que para ti seja ridícula pensa que se calhar o teu julgamento, aquilo que pensas da minha atitude é que pode estar em causa.
Vendo bem…ridículo podes estar a ser tu ao leres este texto ridículo, postado por este escritor ridículo, com pensamentos e considerações ridículas neste blog tudo menos ridículo (Pronto…um bocadinho!).
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Ridiculamente insignificante.
O assunto em “discussão” esta semana, é-me particularmente familiar. Provavelmente pensarão que por diversas vezes me expus ao ridículo. Inevitavelmente, sim. Mas quem nunca se expôs? É um facto que o quotidiano nos leva a situações no mínimo caricatas Aquela vez em que ao responder ao aceno de um estranho(?), reparou que afinal não era pra si, mas para alguém que se encontrava exactamente na mesma direcção que você... mas uns metros atrás. Ouch!
No final, até acabamos por dar umas boas gargalhadas, e o que era ridículo torna-se cómico. Acontece que por vezes, sucede exactamente o contrário. O que é cómico, engraçado ou jocoso pode-se tornar ridículo. Ainda mais quando queremos ridicularizar alguém e acabamos por nos ridicularizar a nós próprios.
Como uma boa piada, que ao ser repetida em demasia, se torna enfadonha e vulgar, a sucessão de tentativas para se conseguir caricaturizar alguém com o intuito de podermos “brilhar” nós próprios, faz com que caíamos na mais pura das insigificâncias e percamos toda a atenção pretendida.
Como ser saudável que somos, e como em qualquer situação nas nossas vidas, há que ser equilibrado em tudo o que fazemos. Deixar que o nosso ego se eleve em demasia, pode até nem ser prejudicial, mas pode-se tornar irrisório aos olhos dos outros. O meu conselho? Seja você mesmo. O que é, ou se torna ridículo, aparece natural e involuntariamente. Tudo o que é forçado, passa a artificial e aborrecido.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Imaginar o ridiculo
.... as pessoas inteligentes são gozadas pelo facto de o serem.
....o parvo é aquele que é idolatrado.
....o energúmeno é o cidadão de sucesso.
....os socialistas e comunistas são católicos.
....embora seja uma republica têm um que se diz Rei.
....as tradições populares não são o Fado , o Vira ou o malhão , é algo indescritível e que confundem com samba.
....uma grande maioria das pessoas sofre de uma dislexia na fala mais audível e perceptível no mês de Fevereiro ou principio de Março.Tem "aparecido" alguns casos tambem no Verão.
....Schubert é pimba , mas Chitáozinho e Xororó é praticamente musica erudita.
....os estalinistas-leninistas são o poder.
....tem desfile de escola de samba..........e é no Inverno.
Por RIDICULO que possa parecer e muito mais , isto passa-se na terra onde eu nasci e vivo.
abraço do Ti Pepe.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Ridículo?!!
Pensemos desta forma: Se todos soubéssemos o que era ser ridículo, quando estávamos a ser ridículos, como é agir de forma ridícula, faríamos tudo para não o ser, para não agir de determinada forma, para não ouvirmos do outro lado "que ridículo".
Somos e agimos de forma ridícula quando estamos apaixonados, porque não nos interessa o que os outros pensam, não nos interessa o que os outros dizem e/ou fazem para nos chamar à razão... a única coisa que nos interessa é que a outra pessoa note o que sentimos, veja o que sentimos que sinta o que sentimos;
Somos ridículos quando discutimos com alguém, porque queremos ter razão, porque queremos fazer ver (a todo o custo) o nosso lado, a nossa certeza. Dizemos tudo o que queremos, tudo o que pensamos e muitas das vezes até dizemos o que não pensamos nem sentimos;
Somos ridículos quando estamos tristes, porque não queremos estar com ninguém , porque metemos na cabeça que sozinho é o melhor, talvez por vergonha de nos verem desta ou daquela forma. Somos tão ridículos que nem nos apercebemos que acompanhado é que bom , nem que seja para a pessoa dizer algo ridículo e nos fazer sorrir por um instante, mesmo mínimo que seja;
Somos ridículos quando estamos felizes, porque esbanjamos demasiada felicidade, a ponto de irritar os outros (ou não), fazemos e dizemos coisas disparatadas para que os outros notem bem o quanto felizes estamos e/ ou somos;
Somos ridículos, mesmo quando pensamos que não o estamos a ser, quando fazemos e dizemos coisas premeditadas e bem calculadas, para garantir que somos pessoas capazes e seguros de tudo o que fazemos, de tudo o que pensamos e acima de tudo pensamos que conseguimos controlar tudo o que os outros pensam de nós.
Ser-se ridículo não é mau, nem bom é simplesmente natural... Porque dentro de cada um de nós existe um ridículo pronto a saltar cá para fora,disposto a ajudar e demonstrar aquilo que realmente somos...
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
"O sonho de um homem ridículo"
- O ridículo pode matar.
- É assim nos filmes.
The End.