sábado, 11 de dezembro de 2010
Hum... o Sexo!!!
Hum... o Sexo!!! Pois parece que não há definição possível nem regras generalizadas. É suposto termos cuidado, guardarmo-nos para aquele alguém especial, salvaguardar a nossa integridade, blá, blá blá!! Pelo que os filmes nos mostram, o sexo nas mulheres tem efeitos secundários: incha a barriga, dá dores de cabeça, e fá-las acabar de gatas, numa ou noutra situação. Já nos homens faz cair o cabelo, crescer pêlos no peito e reduz a musculatura na mão direita.
Então para quê fazê-lo? O propósito maior seria a reprodução (se bem que o Sumo Pontífice já permite que se use as borrachinhas, especialmente se se violarem freiras inocentes!! Palavras sábias!!). Pois bem, a reprodução perdeu-se algures pelo caminho e agora a coisa é simplesmente boa porque sim. Andamos todos atrás daquele "rush" que dura 5 segundos e depois dá sono, ou das rapidinhas que só servem para extravazar qualquer coisa que anda a pesar mais umas gramas. E depois cansamo-nos da vida, do dia a dia, do jantar que temos de fazer todos os dias, e mais sei lá o quê! E esquecemo-nos do fogo porque somos induzidos pelo erro da monogamia. Deixamos de fazer sexo para fazer o amor, e o amor é mais dificil de manter que o sexo. Depois tudo fica baralhado, deixa de haver sexo, deixa de haver o amor e andamos infelizes.
Tudo o que precisamos e desmascarar o quotidiano e deixar o instinto falar!
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Falar de Sexo
Já não me lembro o que é “o” Sexo! Já não o pratico há muito tempo! De há uns anos para cá só “o” Amor! Ainda tentei convencer a minha mulher a me deixar dar “uma escapadelazinha” só para avivar a memória, em prol da minha participação neste blog, mas ela respondeu: “Eu te digo!”.
Assim vou ter de escrever de memória vaga sobre este assunto…
O Sexo é algo que não deve ser falado mas sim praticado. Não que eu tenha alguma coisa contra o Sexo Oral (muito pelo contrário, aprovo!) mas sim porque há certos actos que as palavras não conseguem definir.
Falar de “o” Sexo é igual a comer bolo de chocolate. Só muitas fatias depois se consegue perceber se é mesmo bom, se é o melhor que já se comeu e, caso não seja, onde se comeu o melhor.
O melhor do Sexo é a sua liberdade! Liberdade de movimentos, liberdade de fantasias e pensamentos. Liberdade que nos transporta até onde a nossa imaginação deixar, até onde a nossa imaginação nos levar.
Vivemos numa geração de Fast Sexo! Cada vez mais as pessoas têm pouco tempo, e paciência, para relações amorosas e compromissos. Cada vez mais as pessoas desejam ter o prazer pelo prazer! O Sexo casual é cada vez mais uma realidade! A anedota do coelhinho – “Com licença minha senhora, obrigado minha senhora!” – faz cada vez mais sentido!
Embora a minha imaginação seja contrária à minha razão, sexo por sexo não me diz muito! Uma coisa é certa…Acredito mil vezes mais no sexo sem amor do que no amor sem sexo!
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
O Vício Original
Quando atingimos a adolescência (normalmente) o sexo começa a ter um papel activo nas nossas vidas, seja esta actividade partilhada com um parceiro(a) ou através da auto estimulação. É nesta altura, que sem querermos (ou sabermos), nos tornamos altamente dependentes de drogas naturais*.
É inegável dizer que , por vezes, sem termos consciência disso, o sexo tem influência directa no nosso estado de humor, controlando as nossas alegrias e angústias, tornando-nos mais ou menos vulneráveis, ou mais ou menos confiantes, dependendo da regularidade com que praticamos este acto. Dependendo da nossa necessidade em sentirmos-nos bem.
Tudo isto, torna o sexo indissociável da capacidade humana em construir relações, da interacção com tudo o que o rodeia e até mesmo da estimulação intelectual, social ou artística. Como se de uma entidade invisível se tratasse, está presente no modo como atendes um telefonema, recebes o abraço de um amigo , executas um trabalho, ou escreves um post para um blog.
Quero assim dizer, que o ser humano é uma matéria dependente da sua própria natureza, e quer nós queiramos ou não, independentemente da evolução social e tecnológica, nos continuamos a reger por instintos primários, tanto como nos primórdios da nossa existência. Com ou sem amor.
*entre outras substâncias, o orgasmo liberta no nosso sistema serotonina, noradrenalina, oxitocina e endorfinas.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
E agoia
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
De mãos dadas
É ferida que dói, e não se sente,
É um contentamento descontente,
É dor que desatina sem doer"
Ups!!! Não é o Sexo mas sim o Amor... Mas na realidade não deveriam andar os dois de mãos dadas?!
É triste verificar que o Sexo não é mais um tabu, que é considerado banal e que se pode encontrar em qualquer esquina, basta querer. Para mim tudo faria mais sentido se existisse o Amor e só depois viesse o Sexo e não digo isto somente por ser uma eterna romântica ou por ser "politicamente" correcto, digo isto porque era uma boa forma de as pessoas se respeitarem umas às outras e principalmente de se respeitarem a si mesmas.
A forma como o sexo é banalizado desde os nossos antepassados chega a ser cruel, ver que se dá o corpo sem mais nem menos, só por um pequeno momento de prazer, ver que se deixa de respeitar o próprio corpo e muitas das vezes a própria alma torna-se por vezes desumano.
Sexo é bom?! Sim, claro que é... Quando partilhado com alguém que se ama, que se deseja, que está ali para nos proporcionar, não só, momentos de prazer, mas sim, momentos de pura felicidade. Porque ninguém pode negar que depois de um bom momento de sexo, ter alguém ao nosso lado que nos abraça, que nos acaricia, que dorme ao nosso lado e que, acima de tudo, nós sabemos que na manhã seguinte vai lá estar para nos proporcionar mais momentos de felicidade, é a melhor coisa que pode existir!!
Sexo, sim!! Com Amor, por favor!!